United Airlines vai despedir quase 600 trabalhadores que recusaram tomar vacina da Covid-19

Houve ainda mais 2 mil trabalhadores que apresentaram motivos médicos ou religiosos para não se vacinarem contra a Covid-19.

A United Airlines vai despedir perto de 600 trabalhadores que se recusaram a ser vacinados contra a Covid-19. O anúncio foi feito, esta terça-feira, por responsáveis da empresa, adianta a AFP.

Foram 593 os trabalhadores da companhia aérea que simplesmente rejeitaram levar a vacina da Covid-19, mas a estes juntam-se cerca de outros 2 mil que apresentaram motivos médicos ou religiosos para não a tomar. No total, são cerca de 3% dos 67 mil trabalhadores da empresa.

"Com as pessoas que decidiram não se vacinar, infelizmente, vamos começar o processo de separação da empresa. Foi uma decisão incrivelmente difícil, mas manter a nossa equipa segura tem sido sempre a nossa prioridade", adianta a United Airlines.

A companhia aérea está também, nesta altura, a trabalhar nas suas regras referentes aos empregados que pediram isenção da toma da vacina, tendo um processo em curso em tribunal.

A United Airlines tinha anunciado em agosto que seria exigido a todos os funcionários que tomassem a vacina da Covid-19 e que apresentassem o comprovativo da vacinação no sistema da empresa.

"Esta é uma conquista histórica para a nossa companhia aérea e para os nossos empregados, assim como para os clientes e para as comunidades que servimos. O nosso motivo para requerer a vacinação de todos os empregados com base nos Estados Unidos era simples - manter a população segura - e a verdade é que toda a gente está mais segura quando vacinada e a requisição da vacinação funciona", afirmou a empresa, em comunicado.

A United Airlines indica que vai seguir os requerimentos legais dos acordos com os sindicatos quanto ao despedimento dos trabalhadores que recusam ser vacinados.

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