A mochila de prata

Entre Tondela e Amadora, não sei agora em que direcção deste trânsito pendular, vive um homem com talento para a desaparição. Faz desaparecer coisas que não lhe pertencem mas também, certamente, faz-se desaparecer a si mesmo de onde estava, ou fugir a tempo do sítio onde o tentarão agarrar, até ao ponto em que apetece repetir – e desapareceu no ar como o Mandrake… Como fez o mestre Dinis Machado em “O Que Diz Molero”. Suspirando no banco dos réus estava Alberto, delinquente de carreira, devidamente cadastrado (só a mãe não sentirá orgulho em ficha tão completa), mas cansado de […]

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