A reviravolta profissional depois dos 40

Zélia Évora tinha 24 anos de casa, secretária de uma empresa de construção civil, fazia orçamentos, tratava de faturas, atendia telefonemas e clientes, geria dinheiro. Entrou com 19 anos, com curso técnico-profissional de Contabilidade, saiu aos 43 com uma filha de colo que nem um ano tinha e um filho de sete. Era a crise, convidaram-na a sair. “Não estava à espera, foi um choque muito grande, pensava que fazia parte da mobília.” A imagem de um emprego para toda a vida desvaneceu-se assim, sem aviso nem recado, a quente, sem rede. “Fiquei desempregada com uma mão à frente e […]

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