“Non è possibile”

A leitura da sentença começou e acabou com tradução. Escutava-se o enviado da embaixada italiana a passar da língua portuguesa, com os seus és fechados em ês, os clarões de ãos, ões e ães, os sibilantes chhhhs finais dos plurais, para aquela língua cristalina, aberta, vocálica do italiano comum dos diplomatas. Assistia-se a um belo diálogo no mesmo cérebro, usando palavras iguais (mas diferentes na forma). Não foi pela ideia de “traduttore/traditore”, isto é, que o tradutor é um traidor, a que sempre se volta na poesia em transporte para outra língua, mas não consegui evitar o desconforto: como esta […]

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