Atípico 20/21

Prestes a iniciar, o ano escolar 2020/2021 assegura alterações exigidas face às consequências da pandemia, com particular enfoque na segurança das comunidades educativas e na recuperação e consolidação das aprendizagens dos alunos.

Esta etapa começará com a realização singular da 2.ª fase dos exames nacionais - até 7 de setembro e serviço de planeamento dos programas curriculares pelos professores, estando previsto o arranque entre 14 e 17.

O mês de julho foi dos mais laboriosos dos últimos anos para as direções executivas que, em tempo escasso, contribuíram grandemente para que a colocação dos professores fosse conhecida a 14 de agosto - objetivo legítimo e inédito do Ministério da Educação. Trata-se de um excelente indicador demonstrativo de respeito pelos docentes e pelo trabalho que será realizado nas escolas a partir do 1.º dia do próximo mês. Para além do mais, depararam-se com o irregular funcionamento do Portal das Matrículas e a mudança inesperada em relação à reutilização dos manuais escolares (no momento em que os Encarregados de Educação procediam à sua entrega, uma deliberação do Parlamento infligia machadada nesta importante medida de política do governo), levando-me a concluir que prevaleceu neste processo falta de bom senso pela desconsideração evidenciada por alguns.

As escolas encontram-se a desenvolver atividades aturadas através da implementação atualização dos planos de contingência, da revisão dos regulamentos internos, da elaboração dos planos de ensino presencial, misto e à distância e de recuperação das aprendizagens não realizadas/consolidadas no ano letivo anterior. Igualmente preocupadas com a questão da segurança, estas adaptam as suas instalações às regras da Direção-Geral de Saúde, executando e fazendo cumprir as respetivas diretrizes, criando normas de circulação no interior, diminuindo a lotação de espaços comuns (bar, biblioteca, salas de informática...), atribuindo uma sala de aula a cada turma, alargando o horário de funcionamento, fornecendo almoços em regime de takeaway, etc..

Invulgar o novo adereço: a máscara. Cada escola entregará gratuitamente este material a cada elemento da comunidade (alunos, professores e funcionários), de uso obrigatório no interior do espaço escolar, tendo ganho maior importância que o próprio manual, dado que a ausência deste tem como consequência uma falta de material (podendo o aluno assistir à aula), contudo o esquecimento da máscara impossibilita a entrada no recinto.

O esforço acrescido dos estabelecimentos de ensino deve ser acompanhado da consciencialização coletiva no combate à pandemia, por forma a sustentar uma "Educação Valente e Imortal!", objetivo de um país empreendedor.

As escolas desempenharão com tenacidade a sua missão!

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