1400 milhões da Segurança Social para recuperar património

A ideia que António Costa defendeu, em campanha eleitoral, tem agora um número e a promessa de avançar.

O governo defende que em vez de investir, apenas em dívida pública, como agora acontece com a maior fatia das verbas do Fundo de Estabilidade Financeira da Segurança Social, parte desse dinheiro deve ser aplicado em recuperar imóveis que, adiante, permitam casas com rendas mais baratas

É para criar este novo "segmento de rendimento acessível" que António Costa anuncia o investimento de 1400 milhões do Fundo de Estabilidade Financeira da Segurança Social na recuperação do património.

O primeiro-ministro considera que a aposta na reabilitação urbana "terá de ter uma forte componente de promoção da oferta de habitação para arrendamento acessível, de modo a chegar a uma faixa importante da população que hoje se encontra excluída do mercado habitacional por razões financeiras".

A promessa de avançar com esta medida, que constava do programa eleitoral do PS, foi feita na sessão de abertura da "Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa".

A ideia defendida pelo PS , em campanha passava por utilizar parte das verbas do Fundo de Estabilidade Financeira da Segurança Social, cerca de 10 por cento, para reabilitar imóveis , que preferencialmente já pertençam à Segurança Social, embora não tenha ficado excluída a opção

Durante a campanha, este foi um tema que dividiu o PS e a anterior coligação PSD/CDS com os partidos do anterior governo a considerarem que o PS queria "financiar a construção civil através da Segurança Social", acusações então consideradas "distorcidas", pelo PS.

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