"Creio que o governo já aceita ir mais longe" que os 200 ME de alivio fiscal

Quem o diz é Catarina Martins, entrevistada na Manhã TSF. A líder do Bloco de Esquerda reconhece que está a ser mais fácil negociar o orçamento para 2018.

A coordenadora do Bloco de Esquerda acredita que o Governo "já aceita ir mais longe" que os 200 milhões de euros de alívio fiscal para os portugueses.

Entrevistada na Manhã TSF, Catarina Martins não indicou qual será o 'novo' valor para esse alívio fiscal mas frisou que o partido quer "um alivio fiscal que as pessoas possam sentir e não dizer apenas há alivio Fiscal e depois as pessoas não sentirem nada no seu salário e na sua pensão".

Catarina Martins adiantou que o partido, nas negociações do Orçamento do Estado para 2018, quer também "garantir que nenhum rendimento do trabalho tem mais encargo fiscal".

"É um dos compromisso que fizemos no acordo", lembra a líder do BE. "Achamos que há rendimentos nomeadamente de capital ou propriedade que pagam pouco impostos, tendo em conta os impostos que pagam quem vive do seu salário ou da sua pensão... Não podemos aumentar mais os salários sobre salários ou pensões porque já há ai uma grande carga fiscal", explicou.

Questionada sobre se o orçamento para o próximo ano está a ser mais fácil de negociar que os anteriores, Catarina Martins respondeu que "há [agora] mais calma para negociar".

"Já aprendemos todos. A divergência é normal e quando debatemos sobre divergências chegamos a melhores soluções do que os pontos de partida iniciais".

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