Governo admite prolongar PPP na saúde por "decisão política"

Em entrevista à TSF e ao DN, a ministra da Presidência falou ainda do Novo Banco, explicando que se não houver encargos para o Estado, a melhor opção passa pela venda, mesmo que por um valor baixo.

É uma decisão que pode ser tomada pelo governo sem passar pela Assembleia da República. A ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, diz que o executivo liderado pelo Partido Socialista pode assumir a decisão sobre o futuro das parcerias público-privadas, mesmo que a solução encontrada não tenha luz verde dos deputados.

Em entrevista à TSF e ao DN, Maria Manuel Leitão Marques diz que caso uma decisão não seja aprovada enquanto projeto-lei, será por via de uma decisão politica do executivo.

A ministra da Presidência abordou ainda o tema do Novo Banco, explicando que se não houver encargos para o Estado, a melhor solução passa pela venda, mesmo que a um preço considerado baixo.

Na semana passada, o ministro das Finanças afirmou, em Bruxelas, que a venda do Novo Banco avança "com bastante intensidade", mas escusou-se a fixar uma data limite para a conclusão.

Nesta entrevista, Maria Manuel Leitão Marques fala ainda da questão dos precários, depois de o governo ter apresentado um relatório que dá conta de que há quase 100 mil trabalhadores sem vínculo permanente na administração central e nas empresas públicas. A ministra admite que há constrangimentos orçamentais e diz que é preciso definir com precisão o conceito de trabalhador precário.

Maria Manuel Leitão Marques é a convidada desta semana na entrevista TSF/Diário de Notícias, para escutar na íntegra neste domingo depois das notícias das 12h.

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