Governo vai criar código de conduta e quer encerrar caso das viagens Galp

O ministro dos Negócios Estrangeiros diz que não houve incompatibilidade e dá o caso como encerrado uma vez que os três secretários de Estado vão reembolsar as despesas à Galp.

Em conferência de imprensa, Santos Silva disse que o convite da Galp foi uma "iniciativa de apoio público à seleção", custeada por um dos patrocinadores da seleção e na qual participaram várias figuras públicas entre elas os três secretários de Estado.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros disse ainda que o executivo considerou não ter havido incompatibilidades porque se tratou de participar numa iniciativa de apoio público à seleção e não à relação de "A e B a propósito de C".

Santos Silva explica que se tratou de uma iniciativa de apoio público à seleção pelo que não houve incompatibilidade.

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Ainda assim, e para que não "restem dúvidas", Santos Silva anunciou que o Conselho de Ministros aprovará este verão um código de conduta que vincule os membros do Governo e altos dirigentes da Administração Pública.

O ministro anuncia a criação de um código de conduta para governantes e altos dirigentes da Administração Pública.

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Santos Silva reagiu, esta tarde, à polémica gerada em torno das viagens pagas pela Galp aos secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, da Indústria, João Vasconcelos, e da Internacionalização, Jorge Costa Oliveira que aceitaram convites da Galp para assistir a jogos da seleção nacional no campeonato europeu de futebol que se realizou em França.

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