Fim das PPP na saúde? "Não se pode generalizar o que possa ter corrido mal"

O presidente executivo do BCP considera que as parcerias público privadas na área da saúde devem ser feitas de forma equilibrada. E que os casos que correram mal não podem ser extrapolados.

É um dos temas quentes da política nacional por estes dias. As negociações sobre anota lei de bases da saúde, que estão a dividir o PS e a esquerda que o suporta. O Bloco de Esquerda quer acabar de vez com a possibilidade de o Estado fazer parcerias público privadas nesta área. Mas o Partido Socialista não parece estar totalmente convencido de que essa seja a melhor opção.

Miguel Maya, presidente executivo do BCP - que partilha o acionista Fosun com o grupo Luz Saúde - alerta para as generalizações "de alguma coisa que possa ter corrido mal, porque corre sempre alguma coisa mal". O mais importante, sublinha, é "apreender com os erros e tentar construir algo positivo que crie valor para a sociedade".

À TSF, Miguel Maya defende que "o modelo de parcerias para o público e para o privado, desde que seja feito de forma equilibrada, ou seja, com vantagens para o Estado e para os privados, é algo que deve ser desenvolvido".

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