"Não podemos terminar uma legislatura sem saber o que se passou"

Marcelo reitera que o país tem de saber todos os factos sobre o que realmente aconteceu em Tancos no verão de 2017.

O Presidente da República voltou ao tema do roubo do material de guerra em Tancos para avisar que a legislatura não pode terminar sem que o país saiba exatamente o que se passou nas instalações militares.

"Temos de saber exatamente o que se passou e tudo o que seja fazer pré juízos sobre a matéria, isto é julgamentos prévios, é errado. Por isso é que eu quando fui a Tancos disse: temos de ir ao fundo de tudo, saber o que se passou, tudo o resto são realidades laterais", disse.

Marcelo reiterou que a sua preocupação enquanto chefe de Estado foi sempre insistir mesmo quando o assunto parecia morto. "Não podemos terminar uma legislatura sem saber o que se passou. Dois anos, meio da legislatura, é um pouco estranho", avisou.

Na quinta-feira o Presidente da República reafirmou que "nunca falou com o ex-diretor da PJM" sobre a investigação ao roubo das armas ocorrido no verão de 2017.

"Já desmenti há seis meses. O que se passou foi tão simples quanto isto: no fim da visita que fiz a Tancos, o sr. ministro da Defesa, chamou o então diretor da PJM e disse: "olhe, eu gostaria de falar consigo. Nunca aconteceu isso, até hoje. E olhando para trás foi sensato não ter acontecido", reiterou Marcelo Rebelo de Sousa.

No Parlamento, o antigo diretor da Polícia Judiciária Militar afirmou que tinha ouvido o chefe de Estado, aquando da sua visita a Tancos em julho de 2017. "O PR disse que ia falar com a PGR e deu um conselho ao ministro da Defesa para falar com a sua colega, a ministra da Justiça, Não sei se falou ou não", relatou o coronel Luis Vieira

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