eleições europeias

"Não sou masoquista nem maluco." Como Paulo Sande espera enfrentar Bruxelas

"A obediência cega a Bruxelas não interessa a ninguém é e é detestável", mas Portugal precisa da integração europeia, assume o cabeça de lista do Aliança às Europeias.

Mudar a atitude em relação a Bruxelas não significa apresentar resistência, mas sim fazer "propostas concretas e exequíveis", diz Paulo Sande. É isso que tenciona apresentar nas eleições para o Parlamento Europeu no próximo ano.

"A atitude perante Bruxelas tem de mudar", disse o cabeça de lista do Aliança nas Europeias de maio de 2019 em entrevista ao Jornal de Negócios . "Não necessariamente no sentido de resistência, mas no sentido de apresentar objetivos."

Portugal gosta de ser bom aluno, mas "a obediência cega a Bruxelas não interessa a ninguém é e é detestável", condena, questionado se criticas apontadas por elementos do Aliança podem ser vistas como "uma tentativa de ocupar a vaga populista e eurocética".

"A integração europeia tem de ser boa para Portugal, não sou masoquista nem maluco", ironiza.

Paulo Sande está confiante que vai conseguir um assento no Parlamento Europeu e diz que a ambição é eleger mais do que um deputado do Aliança.

Alvo de polémica por manter o cargo como assessor em Belém apesar da candidatura , Paulo Sande assegura que vai continuar a trabalhar com Marcelo Rebelo de Sousa caso não seja eleito.

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