O que diz o despacho que permite eventos em monumentos?

O aluguer de monumentos geridos pela Direção-Geral do Património Cultural é permitido e regulado pelo despacho 8356/2014, promulgado por Jorge Barreto Xavier, então secretário de Estado da Cultura.

A utilização do Panteão Nacional e de outros 22 espaços está prevista no Regulamento de Utilização de Espaços nos Serviços Dependentes e nos imóveis afetos à Direção-Geral do Património Cultural. O documento foi aprovado em junho de 2014, por Jorge Barreto Xavier.

Veja aqui o despacho nº 8356/2014 na íntegra

Os 23 espaços que podem receber jantares e outros eventos festivos são quatro conventos/mosteiros, uma casa-museu, 14 museus nacionais, dois palácios e também a Torre de Belém e o Panteão Nacional.

No entanto, a lei refere que podem ser rejeitados "os pedidos que colidam com a dignidade dos Monumentos".

O documento define ainda os preços a praticar. No Panteão Nacional, por exemplo, os preços variam entre os 750 e os cinco mil euros e, na internet, o site do Panteão Nacional enumera os eventos que ali se podem realizar: "banquetes, receções, conferências, recitais de música ou poesia, lançamento de livros, atos solenes, atividades de índole cultural, mostras, exposições", acrescentando que a utilização do espaço está dependente de "consulta prévia e condições a acordar".

Já se a opção for os claustros do Mosteiro dos Jerónimos, um jantar pode custar 40 mil euros e na Torre de Belém, os preços variam entre os 1500 e os 7500 euros.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de