Costa mantém "inequívoca e total confiança" em Vieira da Silva

O primeiro-ministro, António Costa saiu, esta quinta-feira, em defesa do ministro Vieira da Silva garantindo que mantém "inequívoca e total confiança política" no "excelente ministro" Viera da Silva.

Numa declaração, em Bruxelas, o chefe do executivo considerou que o ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social "um ministro com muita experiência" e "não é o facto de enquanto vice-presidente da assembleia-geral, há anos atrás, ter participado nesta instituição que vê, de alguma forma, maculada essa sua atividade". E, por esta razão mantém "Inequívoca e total confiança política no ministro Vieira da Silva".

"É um ministro com muita experiência, com grande capacidade em todos os domínios e em todos os momentos que exerceu a sua atividade governativa demonstrou sempre uma capacidade de ser um excelente governante", considerou o chefe do governo, salientando que, sobre a Raríssimas, António Costa considera que é preciso não confundir o trabalho da Associação com a atuação dos seus dirigentes.

"Estamos a falar de uma instituição muito prestigiada, muito respeitada, que mereceu sempre a confiança de toda a gente. Não podemos confundir erros cometidos, eventualmente, por alguém que assumia a sua gestão com aquilo que é a importância do trabalho desenvolvido e que continua a ser desenvolvido", afirmou.

Respondendo à preocupação dos funcionários, que hoje pediram a intervenção do governo para que os o trabalho da instituição não fosse "descontinuado", o primeiro-ministro assume um compromisso de "intervir".

"O Estado, dentro dos limites que a lei lhe dá, para intervir numa instituição que é privada, tudo fará para assegurar que esta instituição não vê descontinuada a sua atividade e que o apoio que está a ser concedido, a quem dele necessita, continuará a ser concedido", garantiu, acrescentando que o governo já está a tomar medidas.

"Já temos na instituição uma equipa da Segurança Social que, para além de estar a fiscalizar a situação, está também a avaliar e a assegurar as condições de funcionamento da instituição que é indispensável poder assegurar", disse.

"Sobre o secretário de Estado da Saúde não faço comentários. É uma decisão do foro pessoal. Quanto ao ministro do trabalho, toda a solidariedade", frisou António Costa.

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