
António Barreto, antigo socialista e presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos, defende um acordo entre PS e PSD, quando terminar o programa de assistência financeira.
O período pós-troika é um dos temas da entrevista a António Barreto, no programa da TSF e Diário de Notícias, Estado da Nação.
António Barreto confessa que está obcecado com um acordo entre PS e PSD e acredita que um programa cautelar seria a melhor solução para o país.
Se fosse líder do PS, António Barreto propunha um acordo com o PSD, para o pós-troika. O sociólogo defende mesmo um acordo ainda mais alargado, de 5 a 10 anos, para avançar com a reforma do Estado.