Acasos, memória, humor e lágrimas de um "Amor À Segunda Vista"

Comédia romântica à francesa, mas com assumidas influências do cinema de entretenimento norte-americano, do realizador Hugo Gelin, com Joséphine Japy. Um filme para o Dia dos Namorados.

Raphael (François Civil) conhece Olivia (Joséphine Japy) na escola e é amor à primeira vista. Após uma década de feliz matrimónio e vida profissional de escritor bem-sucedido, após em que uma enorme discussão com a mulher, acorda numa vida em que é solteiro, professor do ensino secundário, muito preso a um amigo com quem julga nada ter que ver. E como (re)conquistar o amor de alguém que não lhe liga patavina, nem faz a mínima ideia quem ele seja?

Um filme sobre acasos, encontros e desencontros, memórias e a falta delas, insatisfações e sentimentos de culpa, divertido mas capaz de fazer chorar quem leu o guião, como adiante se perceberá.

Em entrevista à TSF, o realizador Hugo Gelin assume um cruzamento da sua identidade com uma multiplicidade de influências: "Sim, sou profundamente francês, mas tenho dupla cultura do cinema, com um ótimo cinema francês dos anos 60, 70, 80, 90, que me acompanhou durante toda a adolescência e, ao mesmo tempo, um ótimo cinema de Entretenimento americano, mas também anglo-saxónico e europeu também. E são essas múltiplas referências que tenho no cinema que amo, que me levaram a fazer um filme que espero que seja mais aberto possível, e que se exporte bem."

Um filme para todos, pois então: "Solteiros, divorciados, heteros, gays." Na verdade, seja no amor ou na amizade, afirma o realizador, "podemos sempre perguntar-nos o que seria de nós, se não tivéssemos cruzado o caminho dessa ou daquela pessoa na nossa vida."

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