Alfredo Keil, O Som das Árvores

"Há pinturas que parecem falar connosco." É esse o som das árvores que Mário Roque escuta sempre que olha para a pintura que abre o catálogo da exposição, na Galeria de São Roque, em Lisboa.

O músico e o pintor são as duas facetas de Alfredo Keil aqui homenageadas. Autor de uma vasta obra e coleção que é preciso preservar "antes que se desmorone", Mário Roque insiste que só um Museu Alfredo Keil, pode prestar a devida homenagem ao criador. Há 50 anos que o espólio permanece na família, sem que o Estado pareça empenhado em acolher e cuidar.

São 70 pinturas e gravuras, a partitura original da " Portugueza", e "Serrana", a sua última ópera acompanham os passos do visitante pelas salas da exposição.

Há muito mais para ver e escutar na pauta da exposição inaugurada na Galeria de São Roque, em Lisboa.

O Som das Árvores é também isso. Uma nota de atenção sobre o património de um dos grandes da cultura nacional.

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