Amarante é Um Mimo

O festival Mimo tem inúmeras ofertas para ver e ouvir no nas Igrejas de São Pedro e São Gonçalo, no Museu Amadeu de Souza Cardoso, no Parque Ribeirinho e no Centro Cultural de Amarante.

Já é uma marca de Amarante apesar de só ter chegado em 2016. O Mimo nasceu no Brasil, onde passou por várias cidades tão diferentes como Olinda ou Rio de Janeiro, e voou depois para Portugal. Amarante adotou o festival em 2016 e, sempre num crescendo, no ano passado, recebeu cerca de 70 mil pessoas nos vários espetáculos, fóruns, workshops e sessões de cinema.

À 4º edição do Mimo, de 26 a 28 de julho, há propostas musicais do Brasil como Bixiga 70, Rubel ou Criolo, os 47Soul da palestina, o maliano Salif Keita, da Nigéria Sean Kuti, de cabo verde Mayra Andrade mas também há uma bela seleção nacional. Stereossauro vai convidar Camané e Capicua num cruzamento da eletrónica com o fado, os Miramar são a dupla Peixe e Frankie Chavez e vão levar a folk, o blues e o rock a Amarante, a Orquestra do Norte vai apresentar um programa com Beethoven e Wagner, o DJ Ride - campeão do mundo de Scratch com Stereossauro - vai encerrar a noite de sábado no Parque Ribeirinho e Samuel Úria vai-se estrear no festival de Amarante.

São muitas as propostas para ver e ouvir nas Igrejas de São Pedro e São Gonçalo, no Museu Amadeu de Souza Cardoso ou no Parque Ribeirinho mas, no Centro Cultural de Amarante, também há uma outra forma de viver o festival Mimo. O programa educativo inclui workshops, foruns e masterclasses com alguns dos principais nomes do festival.

Temas como "Técnicas de Improvisação Vocal para um Canto Criativo", "O Cancioneiro Ladino", "Guitarras do mundo", "Dabke: Música e Dança da Palestina", "Ritmo e Percurssão" ou "A Música das Palavra" vão preencher os diferentes workshops que também fazem parte do Mimo e o público pode participar - é só inscrever-se aqui .