Andy, ainda antes da sopa campbells

Andy, é um espetáculo da bienal BoCA, no Teatro Nacional D.Maria II, em Lisboa, estreia mundial do realizador Gus Van Sant, agora no teatro.

Esta é a primeira criação de arte de palco do realizador de cinema Gus Van Sant, um espetáculo de teatro musical inspirado em Andy Warhol, antes ainda de brilhar no mundo, nos primeiros tempos do autor, em jovem.

A lata de sopa Campbell's passou a ser arte, a ter estatuto de obra de arte, é a cultura popular ao poder com Andy Warhol lançando o debate sobre o que era verdadeiramente importante na arte.

Com a música de Paulo Furtado, habitualmente The legendary Tigerman, o realizador de cinema Gus Van Sant reconstrói o passado de Warhol em início de carreira, o Andy, com histórias ficcionais feita com factos reais mas também de memórias, mas de imaginação. A atriz Edie Sedgwick, o escritor norte-americano Truman Capote ou o crítico de arte Clement Greenberg são algumas das personagens ainda como adolescentes.

O nascimento da cultura pop, ainda no início de tudo, com Andy ainda jovem, a olhar o futuro.

Com texto, encenação, música e letras de Gus Van Sant, tradução e legendagem Joana Frazão com Carolina Amaral, Diogo Fernandes, Francisco Monteiro, Helena Caldeira, João Gouveia, Lucas Dutra, Martim Martins, Miguel Amorim e Valdemar Brito.

Andy, da bienal BoCA, no Teatro Nacional D.Maria II, em Lisboa, estreia esta quinte-feira e fica de quarta a sábado às 7 da tarde e ao domingo às 4 da tarde ainda até 03 de outubro.

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