As Mulhreres e o Cinema, No Mediterraneo

Começa hoje, quarta-feira 25 de novembro, no Cinema S. Jorge, em Lisboa, a 7ª edição do Festival de cinema "Olhares do Mediterrâneo", cinema com olhar feminino.

Em tempos de confinamento e recolhas em casa, a sétima edição do Festival Olhares do Mediterrâneo, alargasse à Net, mas Sara David Lopes quis manter a sala como lugar para o cinema, numa edição com mais de 50 filmes de muitos países, e agora também países fora do grande lago que é o mediterrâneo, mas que no fundo mantêm o mesmo traço cultural. Apesar de tudo, a produção de cinema não parou com a pandemia, e aqui, no Festival Olhares do Mediterrâneo, estamos a falar de cinema com mulheres, em qualquer parte da produção, e tudo começa e acaba com dois filmes que não estão a concurso, hoje, quarta feira 25 de novembro, a abertura é uma coprodução de cinco países: Deus existe, chamasse Petrunia. Com todos os problemas que hão de vir daí, uma mulher no meio de um ritual de homens, mesmo que seja com um crucifixo na mão. Para fechar o Festival Olhares do Mediterrâneo vem da Espanha, A Filha do Ladrão. Dois filmes que não estão a concurso, mas entre hoje e 29 de novembro há muito cinema, incluído curtas-metragens, todas portuguesas, num festival onde há mulheres, mas como é óbvio. é cinema para todos, incluindo cegos e surdos com sessões com áudio descrição.

7ª edição do Festival Olhares do Mediterrâneo, no Cinema S. Jorge em Lisboa e na Filim, e em todo o lado, até domingo, 29 de novembro.

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