Bienal Ibérica do Património Cultural ruma ao sul

Loulé vai acolher a edição de 2019 que se apresenta como a mais internacional de sempre, com a presença de vários países. Marrocos é o país convidado.

Quer ser a grande festa do património cultural que une Portugal e Espanha, pretendendo contribuir para o desenvolvimento harmonioso do país e para a promoção e visibilidade deste património.

A edição portuguesa, que se realiza de dois em dois anos, a única a nível europeu que é itinerante, realiza-se pela primeira vez no sul do país. É a maior edição de sempre, em dimensão e programação. Durante três dias, a partir desta sexta-feira e até domingo, por toda a cidade de Loulé há roteiros culturais, seminários, exposições e tantas outras iniciativas. Catarina Valença Gonçalves, da organização, considera que a programação é"imperdível". " Construímos uma programação dedicada a um público muito diversificado", afirma.

Para além de Portugal e Espanha, há outros países que, pela primeira vez, vão estar presentes como Itália, Áustria e Brasil. Marrocos é o país convidado para mostrar o que de melhor tem em património e terá uma grande tenda montada em Loulé junto ao Monumento Duarte Pacheco.

Vítor Aleixo, presidente da câmara, considera que a cidade anfitriã tem também muito para mostrar, como "as atas mais antigas conhecidas em Portugal ou os banhos islâmicos", património que é um ex-líbris da localidade.

Este sábado, no Cine Teatro Louletano, Rão kyao toca com músicos convidados de Portugal, Espanha e Marrocos, num concerto inédito nesta Bienal Ibérica do Património Cultural.

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