Casa das Artes de Famalicão reabre para fazer "crescer e partir para o mundo"

Abriu em 2001 a Casa das Artes de Famalicão. Vinte anos e uma pandemia depois, reabre a casa para todas as artes e criações.

É "um momento de grande felicidade" após 20 anos de atividade artística.

A Casa das Artes de Famalicão volta esta terça-feira a sentir o burburinho e a medir a pulsação à plateia, desta vez repleta de espetadores mais novos, de crianças que assistiram à peça de teatro "Pinóquio". No palco central, a marioneta de madeira foi protagonista.

Álvaro Santos, diretor da instituição, garante que "já tinha saudades" e que se trata de um "dia muito importante", depois de um "percurso complicado" durante a pandemia.

"Hoje, sim, com uma grande alegria, é possível celebrar aqui, com meninos, nesta que se prevê que seja uma boa grande confusão de que todos nós gostamos", sublinhou o responsável.

Este espaço de apresentação de projetos artísticos e culturais "de todos e para todos" continua a enquadrar-se na definição, diz Álvaro Santos, falando de um trabalho "absolutamente plural, multidisciplinar, onde as artes todas cabem" .

"É a nossa missão. Nós nunca falamos em público, mas falamos em públicos." A Casa das Artes de Famalicão tem dado um vasto contributo para a criação artística, fazendo também circular os projetos pelo país. Álvaro Santos garante que a instituição não se preocupa em demasia com a captação de públicos, porque reconhece que há múltiplas plateias e com gostos muito variados.

O último ano e meio foi repleto de "problemas", lamenta o diretor. Mas mantém-se a vontade de fazer "crescer e partir daqui para o mundo". Samuel Úria é um dos exemplos mais emblemáticos desse "lançamento de grandes artistas" e da sua "projeção".

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