"Celebrar é bastante revolucionário e é bom poder ter voz"

Pela terceira vez no Festival Músicas do Mundo, a cantautoura Aline Frazão não esconde a alegria de voltar a pisar este palco: "Desde que o concerto foi confirmado que eu sabia que o Verão ia ser lindo."

"Uma Música Angolana ", o quinto álbum, escrito durante a pandemia, é um disco de reencontro: "é um álbum que combina muito com o festival, tem festa e celebração e poder celebrar é bastante revolucionário e a música tem também esse papel."

A homenagem prestada às mulheres na edição deste ano do FMM Sines, é outro motivo de alegria:" ver tantas mulheres incríveis, talentosas, de todas as partes do Mundo, de todas as cores de pele, é fundamental que os festivais tenham paridade."

Na conversa com a TSF Aline Frazão também reflete sobre as eleições angolanas, marcadas para Agosto: " os últimos resultados já deixaram o MPLA nervoso, e a mudança é inevitável. As novas gerações já não sentem o peso da guerra, nem o romantismo dos primeiros anos de Angola como país. A mudança é inevitável."

Aline Frazão foi a primeira a subir ao palco Inatel neste segundo dia do festival

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