Centro de Arte Moderna Azeredo Perdigão da Gulbenkian será encerrado um ano e meio

O encerramento do centro de arte moderna para obras de alteração ao edifício deverá ocorrer já no verão de 2020.

O Centro de Arte Moderna Azeredo Perdigão, da Fundação Calouste Gulbenkian, vai encerrar durante cerca de um ano e meio, já a partir do verão de 2020, para obras de intervenção ao edifício.

A presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Isabel Mota, diz, em entrevista à TSF, que, se o calendário for cumprido, o museu reabre no início de 2022: "O que está previsto é o museu da coleção reabrir no primeiro trimestre de 2022."

No 50.º aniversário da inauguração do complexo de edifícios onde está sediada a Fundação Gulbenkian, em Lisboa, Isabel Mota aproveita também para elogiar os autores do projeto, que desenharam uma construção que mantém a sua atualidade funcional.

Ainda assim, o Centro de Arte Moderna Azeredo Perdigão, a necessitar de obras, terá de ficar encerrado durante mais de um ano, como revela a presidente da fundação."Terá que encerrar, porventura no verão de 2020. É um projeto já muito preciso, muito determinado, e esperamos que não haja nenhum daqueles sobressaltos que por vezes aparecem nas construções", remata.

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