"Cheios de pinta" no arranque do Sol da Caparica

De 11 a 15 de agosto, a Costa da Caparica vai receber a energia, animação e música do festival O Sol da Caparica.

"Aqui vou eu vou cheio de pinta, de Lisboa vou fugir vou para o Sol da Caparica." Tal como na mítica canção dos Peste e Sida, milhares de pessoas vão nos próximos dias rumar Sol da Caparica. Juntamente com a brisa do mar enrolada nas roupas, o sol ilumina a cara de quem está na fila há uma hora para entrar no evento. É o caso de Mariana Franco, que já foi ao festival há dois anos - antes da pandemia - e que este ano volta pela "vibração" que o Sol da Caparica transmite. Marina diz esperar "bastante boas" perspetivas para este ano, até porque as pessoas "estão com vontade de aproveitar o verão".

Era suposto as portas do recinto abrirem às 16h, mas um atraso de uma hora e dez minutos leva as pessoas que estão na fila, ansiosas por entrar, assobiarem para a segurança. Assim que as portas se abrem os festivaleiros são intercetados por um comité de boas-vindas do grupo Porbatuka. A cada batida feita no bombo, as pessoas param para ver o espetáculo.

A associação Porbatuka foi fundada em 2017 em Almada por Tiago Araújo, que diz ser "um sonho de criança" criar um projeto musical dedicado a crianças e jovens como forma de integração social. O grupo vai há três anos ao festival, mas este ano é a primeira vez que apostam na animação de recinto. "Faz todo o sentido estar perto do público, é o que mais gostamos", explica Tiago. O Sol da Caparica, diz, é um festival "com juventude, sol, animação, humildade [...] um festival diferente e com muita música portuguesa".

Já dentro do recinto, o público começa a ouvir e a sentir ao longo de três palcos - Super Bock, Free Now e Comédia - música, alegria e a oscilação da dança. É neste ambiente que Pedro Henrique encontra o evento que diz ser "incrível". "O clima é bom", diz à TSF, esperando que "o resto dos dias seja assim também".

No cair da noite, mais pessoas chegam ao festival. Através das luzes que aclaram os brilhantes nas caras dos festivaleiros, a vivacidade começa a expandir para os palcos Jazzy e Unlock Energy.

A noite vai longa e com as pessoas divididas entre palcos o Super Bock, sendo o palco principal, levou as pessoas ao rubro com atuação do grupo musical Wet Bad Gang. Depois da 1h, a festa fazia-se na tenda do palco Unlock Energy, com o Dj Diego Miranda.

Para muitos este vai ser o primeiro dia de muitos, para outros apenas um dia cheio de "boa energia e uma vibração incrível" que vão deixar na memória.

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