DaBaby e C.Tangana em destaque esta 6.ª feira no festival Super Bock Super Rock em Lisboa

O cartaz do segundo dia de festival inclui também Capicua e Classe Crua.

Os 'rappers' DaBaby e C.Tangana estão esta sexta-feira em destaque no festival Super Bock Super Rock (SBSR), a decorrer no Parque das Nações, em Lisboa, cujo cartaz do segundo dia inclui também Capicua e Classe Crua, entre outros.

As portas do recinto, que abrange a Altice Arena e área circundante, abrem às 15h00. Os concertos começam às 16h40 e estendem-se até à madrugada de sábado, estando o início da última atuação marcado para as 04h50.

Os concertos dividem-se por três palcos: dois dentro da Altice Arena e um no exterior.

No palco principal, esta sexta-feira atuam Cosmo's Midnight, Nathy Peluso, C.Tangana, DaBaby e Hot Chip.

C. Tangana, que atuou pela primeira vez em Portugal em 2019, irá apresentar o álbum "Le madrileno", editado no ano passado e premiado nos Grammy Latino.

DaBaby, que na semana passada atuou na primeira edição do festival Rolling Loud em Portugal, no Algarve, e de quem a organização do SBSR destaca a "irreverência e carisma", salienta que o "burburinho em torno" do 'rapper', "também se deveu a colaborações com nomes do calibre de Chance The Rapper, Lizzo, Lil Nas X ou Post Malone".

No ano passado, no palco do festival Rolling Loud, em Miami, Da Baby fez uma série de comentários homofóbicos, levando a que fosse retirado de vários cartazes de eventos musicais, como o Lollapalooza, nos Estados Unidos, ou o Parklife, no Reino Unido.

O 'rapper' pediu desculpas duas vezes pelos comentários, depois de ser fortemente criticado por organizações de defesa dos direitos LGBTQ+ e múltiplos artistas.

Pelos outros dois palcos do SBSR, passam hoje Baba Ali, Samuel Úria, SILVA, Capicua, Daft Funk, GoldLink, Rui Vargas e Sofi Tukker, Ecto Pluma, Pedro de Troia, Classe Crua e benjiprice.

Este ano, o festival deveria ter regressado à Herdade do Cabeço da Flauta, uma zona arborizada, entre a lagoa de Albufeira e a praia do Meco, no concelho de Sesimbra, após dois anos de pausa forçada pela pandemia da Covid-19.

Mas, na terça-feira, a dois dias do início, a organização anunciou que o festival seria transferido para Lisboa, tendo em conta a declaração de estado de contingência vigente no país pelo elevado risco de incêndio e a consequente proibição de realização de quaisquer atividades em zona florestal.

A organização explicou que os bilhetes adquiridos para o festival são válidos para a edição transferida para Lisboa e que qualquer possibilidade de devolução terá de ser ainda avaliada com a Inspeção-Geral das Atividades Culturais.

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