Descobrir o que ainda é segredo, no MIL

Está de regresso o Festival MIL, começa hoje, quarta feira 28 de setembro e de volta ao Cais do Sodré, com a frase chave:"Descobre enquanto é segredo", música que vai ser ouvida e seguida num certo futuro.

Descobrir novos sons, novas ideias, talentos que saiem agora a primeira ou a segunda vez à rua.

MIL é um festival que tem essa linha musical, descobrir, promover e internacionalizar música, que dá agora os primeiros passos. Inês Henriques é uma das programadoras e assenta precisamente nessa ideia de mostrar o emergente.

A grande maioria são bandas e ideias musicais portuguesas, mas no palco há bandas, novas bandas, de todas as latitudes. No publico como convidados muita gente que pode abrir essas portas das fronteiras para muitos lugares do mundo, salas de concerto, programadores também de todo o mundo.

Um elenco com mais de 50 artistas e bandas. Dentro destes nomes, Avalanche Kaito (Bélgica), um encontro de um jovem griot de Burkina Faso com dois músicos europeus para criar noise post-punk. Bedouin Burger (França), uma dupla de ligação entre o Líbano e a Síria numa fusão com sons do ocidente, Cassete Pirata (Portugal), que chega com o seu novo álbum "A Semente", Filipe Karlsson (Portugal), o luso-sueco com um pop despretensioso. Mainline Main Orchestra (Espanha), o coletivo catalão monta um espetáculo sarcástico e performático sempre em transformaçãodo som das Ilhas Baleares, e Rosie Alena (Reino Unido), a cantora-compositora de Londres depois de ter acompanhado Alex Cameron em digressão.Algumas das ideias para esta edição do MIL 2022.

Há também a convenção O presente e o futuro da música e da cultura, três dias de novas ideias no Hub criativo do Beato, mas agora de regresso a várias salas do do Cais do Sodré, em Lisboa, quarta, quinta e sexta, 28, 29 e 30 de setembro, quase cinquenta concertos a MIL

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