Despotismo, Calígula morre, eu não

Calígula Morreu, Eu Não, é uma peça que junta portugueses e espanhóis, no Teatro Nacional D.Maria II, em lisboa, uma bandeira contra o despotismo.

É um ciclo, sabemos que mais dia, menos dia, vamos ter de novo um certa ideia de despotismo, é como um vírus que se espalha por todo o lado. Reescrever a história de Calígula, mas também de outras ideias de despotismo, Marco Paiva, que encena este espetáculo, quer mostrar o despotismo para o vencer.

Um elenco que reúne atores e atrizes com e sem deficiência e surdos, num espetáculo com portugueses e espanhóis, que junta dois teatros nacionais da península, o D. Maria II e o Centro Dramático Nacional de Madrid, para quatro línguas, incluindo as gestuais da península Ibérica, um ato revolucionário, confidencia Marco Paiva, o encenador.

Calígula Morreu, Eu Não, é também um grito para um futuro, para que se ouça longe.

O despotismo, um impulso também para ir buscar outras palavras de outros lugares, é preciso revisitar a história, entender onde se errou e tentar que ele finalmente morra.

Calígula Morreu, Eu Não, estreia na próxima sexta-feira, dia 25 de junho, às 19h00 e fica sempre à mesma hora, de terça a sábado e domingo às 16h00, na sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, até 4 de julho.

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