É uma livraria histórica em Lisboa em risco de fechar

A Barata não escapou à crise provocada pela pandemia da Covid-19.

Durante os dois meses de confinamento, a livraria Barata não conseguiu pagar aos fornecedores. Chegou a pedir o lay-off, mas o processo não foi aceite, agravando assim, as já habituais dificuldades sentidas por todo o comércio de proximidade.

A filha do fundador da livraria e uma das sócias gerentes, Elsa Barata, adianta que a renda e as faturas em atraso deixam a Barata numa posição muito frágil.

Para tentar sobreviver, a livraria Barata está a preparar uma campanha de crowdfunding, que poderá passar pela atribuição de um crédito de compras a quem fizer donativos. Vários artistas plásticos já manifestaram apoio à campanha, que deve arrancar nos primeiros dias de junho. Elsa Barata admite que tem sido reconfortante sentir o apoio e carinho dos clientes.

A Barata foi fundada há mais de 60 anos, para vender livros proibidos pelo Estado Novo.

Elsa Barata recebeu o testemunho depois da morte do pai e do irmão, todos ligados à histórica livraria, na Avenida de Roma, em Lisboa

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