Escritaria: "A Tempestade" chega a Penafiel

Livro de Ana Luísa Amaral é recomendado para o 4º ano de escolaridade.

O conto de Ana Luísa Amaral a partir da peça de William Shakespeare é adaptado pela companhia Jangada Teatro. Na semana de homenagem à vida e obra da autora, as palavras da poeta ganham vida no palco do Museu Municipal de Penafiel.

O livro é recomendado para o 4º ano de escolaridade e Ana Luísa Amaral criou a história a partir da obra de William Shakespeare, "A Tempestade", onde uma ilha é o cenário para uma história de amor, vingança e conspirações políticas. "Tem esta história um nome, 'A Tempestade', porque é assim que a história tem início: com ventos de fazer rugir as nuvens, trovões tão largos como o universo e sons de precipício." A Jangada Teatro embarcou no texto e adaptou o livro de Ana Luísa Amaral: "Não queria revelar muito", diz Vítor Fernandes, o encenador, prometendo um espetáculo "para todos os públicos, com a poética."

"Uma jangada nunca vai ao fundo", salienta Vítor Fernandes, desenhando os alicerces da companhia de Lousada, que aceitou o convite da Escritaria para recriar o conto de Ana Luísa Amaral. O espetáculo estreia esta noite no Museu municipal de Penafiel, mas vai circular pelas escolas do concelho, após o final da 14.ª edição da Escritaria.

Esta tarde é inaugurada a silhueta de Ana Luísa Amaral e a frase da poeta que vai ficar inscrita na cidade: "Mas sempre deste tempo
é o lume que as prende, a estas vozes,
e ao prendê-las as solta sobre o tempo."

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