Festival do Maio. Ainda há música de intervenção

Da política à crítica social, do activismo ambiental às lutas contra a discriminação de raça e género, passando pelas questões da defesa das identidades culturais e dos direitos à autodeterminação.

O Festival do Maio regressa ao Parque Urbano do Seixal para duas noites com a música da brasileira Bia Ferreira, o hip hop de Dillaz e o consagrado Jorge Palma esta sexta-feira e o "samba de guerrilha" de Luca Argel, o rap de Valete e os sons dos balcãs do bósnio Goran Bregovic no sábado.

A direcção artística continua a ser de Luís Varatojo (músico dos Peste & Sida, A Naifa ou Luta Livre, entre outros projectos) e a escolha do programa assenta na a preservação da memória, levando a palco o legado histórico da música de intervenção e protesto; e as lutas actuais, dando voz a novos artistas e novos géneros musicais.

Tal como na edição de 2021, vão ser exibidos vídeo-poemas que pontuarão os intervalos entre as actuações do palco principal, em que artistas de diferentes áreas são convidados a interpretar poemas marcantes de cunho interventivo. Este ano, estão asseguradas as participações de José Luís Peixoto, Manuel Wiborg, Catarina Wallenstein, Ana Deus e Cátia Oliveira (A Garota Não).

As portas do Parque Urbano abrem às 19h, os espectáculos começam às 21h e há várias modalidades de entrada. As crianças até aos 12 anos não pagam e depois há bilhete diário, bilhete para dois dias de festival e pack família também diário ou para os dois dias.

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