Festival Mimo: Depois de Amarante, o regresso ao Brasil

Nesta edição, o festival Mimo trocou os palcos de Amarante, em Portugal, pelos palcos de São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil

No Rio de Janeiro é já a quarta edição, mas São Paulo é uma estreia para o festival de Lu Araújo, que Portugal conhece bem do festival que também tem lugar em Amarante desde 2016.A Praça das Artes ou o Mosteiro de São Bento, em São Paulo, neste fim de semana, e a Fundição Progresso ou o Museu Nacional, no Rio de Janeiro , vão ser, no último fim de semana de novembro, os centros do festival, que destaca, nesta edição, o protagonismo feminino e a música negra.

Mulher e negra é Xênia França, um dos nomes principais do cartaz do Mimo de São Paulo e do Rio de Janeiro. Baiana, radicada há 15 anos em São Paulo, antiga modelo, cantora descoberta no circuito de bares pelo rapper Emicida, editou um álbum em 2017, trabalho indicado no ano passado para um Grammy Latino e para o Women Music Award. Xênia França esteve no Rock in Rio, em setembro, convidada a partilhar o palco com Seal, e agora é um dos nomes principais do Mimo.

De Portugal para o Mimo de São Paulo e Rio de Janeiro vão também portugueses. Chico da Tina foi o vencedor do prémio Mimo de Música (e assim ganhou automaticamente uma viagem à edição brasileira do festival) e ainda a guitarrista Marta Pereira da Costa, que leva os sons da guitarra portuguesa, com um toque e alma femininas ao Mimo no Brasil.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro vão ainda atuar os malianos Amadou & Mariam, do deserto do saara, Noura Mint Seymali, mas também nomes bem conhecidos da música do Brasil como Egberto Gismonti, Jards Macalé ou Hamilton de Holanda, que também já pisaram os palcos das edições portuguesas do Mimo.

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