Finais de tarde nos jardins do Instituto Goethe vão passar a ter jazz

É o arranque da 16º edição do Festival Jazz im Goethe-Garten. São cinco dias, cinco países diferentes, que trazem vários estilos de jazz.

Dois anos de pandemia não tiram o jazz do Instituto Goethe, em Lisboa. A edição número 16 arranca já, esta quarta-feira, e estão convidados grupos de cinco países diferentes, Itália, Suiça, Áustria, Alemanha e Portugal. Cada país traz um estilo de jazz diferente durante cinco dias, a partir das 19h.

Julia Klein, uma das programadoras, conta à TSF que o festival é "de jazz europeu, específico, contemporâneo, da vanguarda, com música improvisada e experimental". A organizadora acrescenta que o evento conta "com uma programação muito diversificada".

Este ano, o festival "tem cinco grupos", sendo que nem sempre foi assim. Desde que foi criado, em 2005, que o número de grupos vai variando. "Tivemos uma edição com 11 concertos", revela Julia Klein. Na edição deste ano, vão ser vários os trios em atuação nos jardins, e apenas um quarteto.

Ao longo das já 15 edições, os artistas vão mudando, os países também, menos dois. "O festival começa sempre com um grupo que vem de Portugal e encerra sempre com um grupo que vem da Alemanha", afirma a programadora, acrescentando que entre as duas atuações entram os grupos de outros países participantes.

"É uma mistura engraçada, uma combinação muito interessante entre um tipo de música muito específico e um ambiente muito descontraído, bonito, no Verão, ao fim do dia", afirma Julia Klein.

O festival abre dia 6 de julho com a formação portuguesa Garuda Trio, uma nova associação do saxofonista baseado em Amesterdão Hugo Costa com o contrabaixista Hernâni Faustino e o baterista João Valinho.

Na quinta-feira, 7 de julho, é a vez da Suíça estrear-se., com o grupo Schnellertollermeier: Andi Schnellmann no baixo elétrico, Manuel Troller na guitarra elétrica e David Meier na percussão.

Na semana seguinte, o Jazz im Goethe-Garten regressa na quarta-feira, 13 de julho, com o grupo austríaco Woody Black 4. É composto pelo quarteto de clarinetes formado por Daniel Moser, Leonhard Skorupa, Stephan Dickbauer e Oscar Antoli.

Na quinta-feira, 14 de julho, a Itália apresenta o trio Weird Box com o músico Francesco Bearzatti no saxofone tenor e no clarinete, Bruno Angelini no piano, piano elétrico e teclados e Nicolas Larmignat na bateria.

O festival encerra na sexta-feira, 15 de julho, com a formação alemã, que tem portugueses no grupo. Carlos Bica|Daniel Erdmann|Dj illvibe junta em palco Carlos Bica, o contrabaixista português, residente em Berlim, e ainda Daniel Erdmann no saxofone e DJ Illvibe no gira-discos.

Os bilhetes para o festival estão à venda no Instituto Goethe. Custam entre 4€ e 7€. Toda a informação pode ser consultada em: https://www.goethe.de/ins/pt/pt/kul/sup/jig.html?wt_sc=jigg

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