Governo destaca "papel nuclear" de Tozé Martinho no teatro e audiovisual

Graça Fonseca enaltece "o papel nuclear" que o ator e argumentista "representou no mundo teatral e audiovisual nacional".

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, destacou este domingo "o papel nuclear" que o ator e argumentista Tozé Martinho, que morreu este domingo aos 72 anos, "representou no mundo teatral e audiovisual nacional".

Num comunicado, no qual lamenta a morte de Tozé Martinho, Graça Fonseca enaltece "o papel nuclear" que o ator e argumentista "representou no mundo teatral e audiovisual nacional".

O ator e argumentista Tozé Martinho (António José Bastos de Oliveira Martinho) morreu este domingo, aos 72 anos, no Hospital de Cascais, devido a uma paragem cardiorrespiratória, disse à Lusa fonte da família.

Tozé Martinho estreou-se como ator em 1982, na primeira telenovela portuguesa, Vila Faia.

No entanto, foi ainda na década de 1970 que apareceu pela primeira vez nos ecrãs de televisão, ao participar no programa "A Visita da Cornélia", ao lado da mãe, a atriz e escritora Maria Teresa Ramalho, conhecida como Tareka (1927-2018).

Irmão da escritora Ana Maria Magalhães, Tozé Martinho estreou-se na escrita de argumentos com a telenovela "Palavras Cruzadas", exibida no final dos anos 1980 na RTP, onde além de coautor foi também ator.

Ao longo da carreira, Tozé Martinho participou em várias telenovelas e séries, como ator, argumentista, sobretudo da RTP e da TVI.

A ministra da Cultura lembra também que, "motivado pelas suas pertenças culturais, Tozé Martinho foi ainda autor do livro de contos Coisas do Dinheiro e do romance Dá-me Apenas Um Beijo".

"A sua vivência profissional e cordialidade suscitaram um largo apreço e empatia junto de várias gerações do público português e da comunidade de atores e autores nacionais", refere Graça Fonseca, que termina o comunicado enviando "sentidas condolências" à família e amigos de Tozé Martinho.

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