O fim da trilogia do mar de Adriana Calcanhotto

"Margem", é o nome do primeiro disco de originais de Adriana Calcanhotto, em mais de uma década, e o último de uma trilogia iniciada no século passado. A brasileira mostrou as músicas novas no Concerto de Bolso TSF.

Adriana Calcanhotto vai apresentar margem, e a outras canções, em novembro, em Portugal

"Margem", é o nome do primeiro disco de originais de Adriana Calcanhotto, em mais de uma década, e o último de uma trilogia iniciada no século passado. A brasileira mostrou as músicas novas no Concerto de Bolso TSF.

Primeiro, foi "Maritmo", ainda no século XX. Depois, já neste milénio, "Maré". Agora, Adriana Calcanhotto fecha o ciclo do mar, com uma mensagem que tenta tanto de alerta ecológico, como de poesia, em "Margem".

No dia de estreia do disco novo, a cantora passou pelo estúdio da rádio, e lembrou que quando começou esta temática, não pensou em nenhuma empreitada. "Era só um disco de mar", conta Adriana Calcanhotto, que acrescenta que não está garantido que não volte a este assunto.

Em "Margem", Adriana joga com a poesia e com a metáfora do mar. Por exemplo, em "Ogunté", há uma identificação com o mar ameaçado pela poluição. No caso de "Era para ser", a canção foi escrita e entregue, há muitos anos, a Maria Bethânia, e foi agora resgatada por Adriana Calcanhotto

Adriana Calcanhotto vai apresentar "Margem", e outras canções, em novembro, em Portugal. Até lá, as canções novas vão ecoar nas salas do Brasil.

A cantora e autora reconhece que o artista quando cria, e quando canta, está "a fazer intervenção política, na polis". E uma das canções nasceu e foi gravada em Lisboa, aparecendo agora registada no disco. Chama-se "Dessa vez" e trata a utilidade das vírgulas no meio das frases.

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