O "Lisboa na Rua" juntou-se ao Jardim Zoológico e estreia o Bibliófilo

Jazz, fado, dança, cinema, teatro, literatura, são muitas as propostas do Lisboa na Rua, que arranca hoje e durante um mês vai trazer nova vida a sítios menos conhecidos da cidade. Todos ao ar livre. Este ano, o Lisboa na Rua assinala o aniversário do Jardim Zoológico e estreia uma biblioteca ao ar livre.

Com sessões de cinema ao ar livre, o Lisboa na Rua juntou-se aos 135 anos do Jardim Zoológico. A música continua a ocupar grande parte do programa e entre dança do ventre, Hollywood, tango e kuduro. Há propostas para todos os gostos, como explica Joana Gomes Cardoso, presidente da EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural de Lisboa.

"À quinta-feira o fado com nomes como Cristina Branco e Hélder Moutinho, sempre em sítios diferentes; à sexta-feira temos cinema, que este ano muda de localização para um sítio muito conhecido: o jardim zoológico de Lisboa; ao sábado temos o jazz, muito virado para crianças a partir da orquestra juvenil do Hot Club de Lisboa e aos domingos temos o Dançar a Cidade, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem talento, dançar em diferentes sítios da cidade".

Este ano há uma estreia o Bibliófilo, é um jardim com livros, que vai estar aberto aos fins de semana e onde podemos encontrar edições raras ou ouvir contos para os mais novos e sessões de leitura para os mais velhos.

"É uma grande biblioteca ao ar livre, no jardim do Palácio Pimenta em Alvalade e a ideia é promover entre adultos e crianças um convívio com livros", explica Joana Gomes Cardoso.

A antecipar Lisboa Capital Verde Europeia 2020, está de regresso o Lisboa Soa, um festival de arte sonora. Até 29 de setembro os jardins da cidade vão ainda encher-se de acrobacias, instalações, performances, a programação está disponível na página da internet: cultura na rua.

O Lisboa na Rua arranca esta terça-feira. Todas as iniciativas são gratuitas.

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