Primavera Selvagem no TNSJ

O Teatro Nacional S. João faz hoje a ultima estreia da temporada, com A Primavera Selvagem do Ensemble - Sociedade de Actores.

O dramaturgo inglês, Arnold Wesker, que não parava de escrever, regressa ao Ensemble de Atores e esta é uma história de uma atriz, Gertrude, ou Gutrie, atriz cabeça de cartaz, mas sempre insegura e à procura de um talento que acha que não tem. Jorge Pinto encena este espetáculo a partir destas palavras de um homem que afinal escreve sobre nós. Apesar de ser uma atriz, é sobre esta mulher e a mãe que a tornou numa outra coisa, é sobre teatro mas o teatro é uma outra coisa neste caso. Na tradução: dois negros, duas personagens negras passam, a um a cigano e outra a um outro rapaz, foi uma opção, mas não há nenhuma referencia sobre racismo ressalva Jorge Pinto, neste espetáculo. É Gutrie, a atriz que está em cima do palco, mas podemos inverter tudo e de repente somos nós, nós todos, nesta forma humana de comunicar de nos relacionarmos com os outros e mais fundamental como nos relacionamos connosco próprios.

Primavera Selvagem de Arnold Wesker, tradução: Ana Luísa Amaral, encenação e cenografia: Jorge Pinto, música: Ricardo Pinto, desenho de luz : José Álvaro Correia, figurinos: Bernardo Monteiro, assistência de encenação: Diana Jorge, Rafaela Teixeira, interpretação: Emília Silvestre, António Afonso Parra, José Eduardo Silva, coprodução, Ensemble - Sociedade de Atores, TNSJ

Primavera Selvagem, do Ensemble - Sociedade de Atores, estreia esta noite no Teatro Nacional S. João, no Porto e fica quarta e sábado às 7 da tarde, quinta e sexta às 9 da noite e no domingo às 4 da tarde até 28 de julho.

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