Ruy de Carvalho, Saramago e Xutos. As preferências culturais dos portugueses

Quanto aos pontos de interesse, as preferências dos portugueses são o Mosteiro da Batalha, seguido dos Jerónimos, Oceanário e Torre de Belém.

Um estudo da Gerador, plataforma de ação e comunicação para a cultura portuguesa, apresentou um estudo que revela que mais de 80% dos portugueses viu um filme nos últimos seis meses. No mesmo período, apenas 30% assistiu a uma peça de teatro. Mais de 50% não foi visitar um museu ou uma exposição.

Mais de 50% das pessoas não leu um livro nos últimos seis meses, de acordo com a plataforma de ação cultural.

O estudo aponta que a escolaridade é o maior fator de descriminação no consumo cultural observado, com uma amplitude de 170% entre o nível de escolaridade mais baixo e o grau de ensino mais elevado.

A falta de tempo é a justificação mais recorrente para um consumo cultural menos significativo. A música é, acordo com os inquiridos, a atividade cultural que exige despender mais dinheiro.

O estudo indica também os centros produtores de cultura mais visitados. Na lista, o Altice Arena situa-se no primeiro lugar, seguido pelo Museu dos Coches, Centro Cultural de Belém e Casa da Música. O museu da Gulbenkian e de Serralves surgem em seguida.

As visitas a lugares de património português são realizadas, na sua maioria, ao Mosteiro da Batalha, seguido dos Jerónimos, Oceanário e Torre de Belém. A Torre dos Clérigos foi o edifício mais visitado no último ano.

O São João é a festa portuguesa em que mais portugueses já participaram. O Santo António ocupa o segundo lugar.

O relatório revela que 10% dos lisboetas nunca foi à Torre de Belém, e 10% dos portuenses nunca foi à Torre dos Clérigos.

O MAAT, a Casa da Música, o Museu Nacional de Soares dos Reis, o Altice Arena e o Centro Cultural de Belém são os mais atrativos para pessoas entre os 15 e os 24 anos.

Sobre figuras da cultura portuguesa, o estudo aponta que Ruy de Carvalho é o ator que o público mais admira, e os Xutos e Pontapés a banda mais aclamada. José Saramago é o escritor mais valorizado, e Manoel de Oliveira é o realizador que os portugueses mais destacam.

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