Paisagem Efémera

O Teatro da Didascália, em Riba D"Ave, estreia na quinta feira, 21 de outubro, o segundo ato de "Paisagem Efémera - industrial e urbana".

É o segundo ato, a segunda parte, de um espetáculo que quer olhar para esse impacto que a industria teve em Riba D"Ave. Sai do Teatro, e há um mesmo em frente e o Teatro da Didascália, vai para a casa em frente, devoluta, o antigo quartel dos bombeiros, para criar, recriar uma memória,

que Bruno Martins, o diretor do Teatro quer resgatar.

O rio que dá nome à terra, Riba D"Ave, que foi sugado para a laboração fabril, mas antes para lavar a roupa, mas onde as margens nem sempre foram lugares visíveis da rua. Ouvir o rio,

das canções que tem, dos namoros, da corrente que trazia, e também são convocadas as vozes que cantaram e agora relembram o rio e a vila e o trabalho fabril, no coro que traz ao espetáculo a memória de um tempo.

Um quartel dos bombeiros em frente ao um teatro para esta Paisagem

Efémera - industrial e urbana? O segundo ato do Teatro da

Didascália, olhar um legado, uma memória, seja lá o que queira dizer muitas vezes em contraponto.

Segundo ato de Paisagem Efémera - industrial e urbana, estreia quinta-feira, 21 de outubro e fica até domingo, às 21h00, no Antigo Quartel de Bombeiros de Riba d"Ave, em frente ao Teatro Narciso Ferreira.

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