Sete corpos clandestinos

O coreografo Victor Hugo Pontes, estreia sábado, 24 de setembro, em Setúbal, no Fórum Municipal Luísa ​​​​​​​Tody, em Setúbal, Corpo Clandestino.

Carregam essa clandestinidade para os outros, estes corpos, que não deveriam dançar, e que aparentemente nada têm para dizer. São apenas, corpos estranhos, forma da norma, mas com cabeças em cima e pessoas lá dentro, é por aí que seguiu Victor Hugo Pontes.

Victor Hugo Pontes escolheu estes corpos de uma forma singular, primeiro como formas, manchas e por cada uma das características de cada uma destas pessoas, de cada um destes corpos, destes sete corpos.

Neste espetáculo, Corpo Clandestino, há uma ideia de conjunto dos sete corpos, mas há também a singularidade de cada um, que é mostrada, em cada um dos momentos, em solos de cada um dos interpretes.

Os corpos de Ana Afonso, Andreia, Gaya, Joãozinho, Mafalda, Paulo e Valter são veículos de identidade: produzem imagens que não se esquecem, dizem-nos coisas que talvez não pensássemos escutar.

Criar novas ideias sobre que corpos ponde afinal fazer parte de um corpo de baile, rasgar convenções, ou como sublinha Victor Hugo Pontes; um exercício de deslocamento e recomposição: está em cena o que habitualmente não é de cena, um corpo clandestino.

Corpo Clandestino, coreografia de Victor Hugo Pontes, estreia amanhã, sábado, no Fórum Municipal Luísa Tody, em Setúbal.

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