Tantos direitos para as pessoas?! E os animais?

O Cão Que Vem de Tão-Tão Longe é um espetáculo da Companhia Um Coletivo, de Elvas e está na Fábrica das Artes, no CCB, em Lisboa, um espetáculo vagabundo.

Tudo parte da música de um excêntrico músico de rua, que tocava nas ruas de Nova Iorque, nos anos 50, 60 do século passado, que Frank Zappa, ou Stavinsky tanto gostavam, Louis Hardin, que aparecia todos os dias vestido de Viking. Agora João Nunes, que faz a direção técnica de Um Coletivo e a atriz Cátia Terrinca, também tanto gostam e há muito que queriam fazer um espetáculo com a música de Moondog, o viking de Nova Iorque.

A música para este espetáculo para crianças, mas também para os pais, ou simplesmente também para os adultos é agora original de Cátia Sá a partir da música de moon dog, e que também recria a ideia filosófica e poética de tudo, os direitos dos animais.

Há tantos direitos para as pessoas, são precisos mais direitos para os animais, canta Moondog num dos temas.

Daí o nome deste espetáculo O Cão Que Vem de Tão-Tão Longe, a que a companhia chama de espetáculo vagabundo, que é para crianças, sim! que é para adultos sim! para todas as infâncias.

Um cão que é porta voz, os direitos dos animais, tantas entidades evocadas a partir da música de Moondog, Louis Hardin a descobrir.

Dramaturgia Cátia Terrinca, Criação coletiva, Interpretação Cátia Sá e Cátia Terrinca, Sonoplastia Cátia Sá, Cenografia Bruno Caracol, Direção técnica João P. Nunes, Apoio ao movimento Bárbara Faustino

O Cão Que Vem de Tão-Tão Longe, da Companhia Um Coletivo, e está na Fá

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