Aumento dos preços atinge máximo em nove anos

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu para 2,6% em novembro atingindo o máximo desde setembro de 2012.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), que esta terça-feira publicou a Síntese Económica de Conjuntura respeitante a novembro de 2021, o IPC galgou quase 1 ponto percentual face ao mês de outubro, "verificando-se aumentos de preços na generalidade dos produtos mas em particular nos bens energéticos", sublinha o INE.

Mas se olharmos só para a componente de bens do IPC, no último mês a variação homóloga "foi de 2,7% (2,1% em outubro) e a componente de serviços apresentou um aumento de 2,3% em novembro, após ter aumentado 1,3% no mês precedente".

Por outro lado, "o indicador de inflação subjacente (IPC total excluindo bens energéticos e alimentares não transformados) registou uma variação homóloga de 1,7% (1,1% em outubro).

Já o índice de preços na produção (IPP) da indústria transformadora "continua a revelar crescimentos significativos, registando uma taxa de variação homóloga de 14,4% em novembro (era 11,3% no mês de outubro). Esta evolução refletiu, em grande medida, a forte subida dos preços da energia e dos bens intermédios", pode ler-se no documento.

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