Concertação social discute esta sexta-feira salário mínimo e compensação para empresas

Siza Vieira indicou que medidas para ajudar as empresas a suportarem o acréscimo do salário mínimo seriam discutidas na reunião desta sexta-feira com os parceiros sociais, nomeadamente sobre se irão abranger a generalidade das empresas ou apenas alguns segmentos específicos.

O Governo e os parceiros sociais reúnem-se esta sexta-feira para discutir medidas para apoiar as empresas a absorver o aumento de 40 euros do salário mínimo nacional, no próximo ano, para os 705 euros.

Na reunião anterior da Concertação Social, no dia 16, o Governo apresentou uma proposta para aumentar o salário mínimo nacional dos atuais 665 euros para 705 euros em 2022 e manifestou-se disponível para avançar com medidas para ajudar as empresas a suportarem o acréscimo.

"O Governo tem disponibilidade, como teve no ano passado, para ajudar as empresas a absorver uma parte dos encargos" que resultam do aumento do salário mínimo nacional para 705 euros em 2022, afirmou o ministro de Estado, da Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, no final da reunião da Concertação Social.

O ministro indicou que esta medida seria discutida na reunião desta sexta-feira com os parceiros sociais, nomeadamente sobre se a mesma irá abranger a generalidade das empresas ou apenas alguns segmentos específicos.

Este ano, para compensar as empresas do aumento de 30 euros do salário mínimo, para 665 euros, o Governo avançou com uma solução que passou por devolver aos empregadores uma parte da Taxa Social Única (TSU).

Além da questão do salário mínimo nacional, a ordem de trabalhos da Concertação Social prevê a apresentação do Acordo de Parceria PT2030 e outros assuntos.

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