Confederações do Comércio e do Turismo lamentam que apoios não se apliquem a 2020

Ministro da Economia anunciou que serão aliviadas algumas das restrições ao programa Apoiar.

O presidente da Confederação do Comércio e Serviços lamenta que as medidas anunciadas esta quinta-feira, em especial a das rendas, não se apliquem a 2020. João Vieira Lopes mostra-se, no entanto, agradado com o conjunto de apoios agora conhecidos.

"Esta medida vem na linha daquilo que nós propusemos. O Governo encontrou uma forma diferente, mas o efeito é o mesmo. Portanto consideramos esta medida positiva. O único ponto em que colocámos algumas questões ao Governo e que não está resolvido é como se poderia ter apoiado as rendas de 2020", explicou à TSF João Vieira Lopes.

Também o presidente da Confederação do Turismo quer analisar todas as medidas agora anunciadas pelo ministro da Economia. Francisco Calheiros reconhece, no entanto, que este tipo de apoio nas rendas é fundamental para que as empresas do setor, que engloba a restauração, se aguentem até chegar a retoma.

"É um apoio importante porque as rendas são rendas fixas, as empresas estão com uma diminuição da atividade extremamente profunda e, portanto, isto para os próximos seis meses é uma compensação para o custo fixo que as empresas têm e irá, de certeza, ajudar a sua tesouraria", acrescentou Francisco Calheiros.

Na apresentação das medidas agora aprovadas pelo Governo, Pedro Siza Vieira anunciou ainda que serão aliviadas algumas das restrições ao programa Apoiar, dirigido às micro e pequenas empresas. Desaparecem das condições de acesso a exigência de capitais próprios positivos ou inexistência de dívidas ao Estado.

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