Depois do hotel, os quadros. Coleção Berardo penhorada pelos bancos

Os bancos terão decidido depositar nas mãos do Estado a salvaguarda das obras de arte que desde 2006 estão em exposição no Centro Cultural de Belém.

O tribunal decretou a penhora da Coleção Berardo. Os quadros e outras obras de arte vão ser arrestados como garantia das dívidas do empresário.

Este património ficará, portanto, à guarda do Estado.

A notícia está a ser avançada pelo jornal Público , que dá conta de que a providência cautelar decretada sobre a coleção de arte moderna do empresário Joe Berardo foi acionada judicialmente a pedido dos bancos credores, a Caixa Geral de Depósitos, o BCP e o Novo Banco.

Esta coleção está no centro da polémica com o empresário madeirense, que frisa não ter nada a em seu nome, e que continua a salientar que os quadros não lhe pertencem, mas sim à "Associação Coleção Berardo".

No entanto, os bancos terão decidido depositar nas mãos do Estado a salvaguarda das obras de arte que desde 2006 estão em exposição no Centro Cultural de Belém.

A solução encontrada para resolver a dívida de quase mil milhões de euros que Berardo tem perante os três bancos foi encontrada após negociações mantidas entre os bancos credores e elementos do Governo.

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