Despedir dois mil trabalhadores da TAP seria um "cenário catastrófico"

O dirigente sindical considera, por isso, que a TAP não poderá existir com medidas como a dispensa de mais 2000 trabalhadores.

Se os números avançados esta manhã sobre o plano da reestruturação da TAP avançados pela TVI e pelo Expresso forem verdadeiros, serão uma "catástrofe". Quem o diz é o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), José de Sousa.

O plano será comunicado a Bruxelas nos próximos dias e os detalhaes serão dados esta sexta-feira aos sindicatos e contará com cortes salariais, venda de aviões e dispensa de mais 2000 trabalhadores.

José de Sousa considera que, a confirmar-se estes valores, "são cenários catastróficos, de alguém que tenta destruir a empresa e não dos que tentam salvar a empresa".

"Nós não conhecemos ninguém fisicamente que o queira fazer, contudo, há grupos de pressão que todos sabemos, porque são públicos e visíveis, que se manifestam associando até a TAP ao Novo Banco, uma tontice completa quando se colocam as coisas nesses termos", acrescenta.

O dirigente sindical considera, por isso, que a TAP não poderá existir com estas medidas. "Temos a garantia e a convicção que a TAP não sobreviveria a aventuras dessa natureza", sustenta.

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