Economia vai cair antes de melhorar: 60% esperam estar "pior" dentro de um ano

Sondagem Aximage/TSF/JN mostra que os portugueses só esperam melhorias dentro de 3 anos. Quase metade dos inquiridos espera uma vida mais difícil para a nova geração e nem gozaram férias este ano. Apenas 7% foram ao estrangeiro.

Pior dentro de um ano, melhor daqui a três. A maior parte dos inquiridos da sondagem da Aximage para TSF/JN adivinham dificuldades na economia até haver alguma recuperação.

Para 60% dos inquiridos o próximo ano vai trazer uma economia em pior estado, o pessimismo só se inverte no horizonte de três anos, na opinião de 43%. Cerca de 22% não esperam mudanças em relação à situação atual.

As opiniões dividem-se sobre o rumo que o país segue: 34% consideram que Portugal segue um mau caminho, 32% acreditam numa boa direção e para 28% dos inquiridos não é boa nem má.

Quando se pede aos inquiridos para compararem o atual nível de vida com o futuro, quase metade dos inquiridos (48%) preveem que a geração mais jovem vai viver pior do que os pais. 30% esperam uma vida melhor e 17% respondem que tudo será igual. Os jovens mostram-se mais otimistas, entre os idosos reina o pessimismo.

Férias? Metade ficou em casa

É um país dividido ao meio na questão das férias: 47% não gozaram nem vão ter férias, outros 46% passearam por Portugal. Apenas 7% foram até ao estrangeiro.

Certo é que a maioria gastou menos este ano (59%), apenas 14% dizem ter aberto mais os cordões à bolsa e 27% gastaram o mesmo.

Ficha técnica

A sondagem foi realizada pela Aximage para a TSF e o JN, com o objetivo de avaliar a opinião dos Portugueses sobre temas relacionados a economia.

O trabalho de campo decorreu entre os dias 12 e 15 de setembro, Foram recolhidas 603 entrevistas entre maiores de dezoito anos residentes em Portugal.

Foi feita uma amostragem por quotas, com sexo, idade e região, a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo, idade, escolaridade e região.

À amostra de 603 entrevistas, corresponde um grau de confiança de 95% com uma margem de erro de 4.00%.

A responsabilidade do estudo é da Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de José Almeida Ribeiro.

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