Empresas de rent-a-car foram pouco afetadas pela greve dos motoristas

Secretário-geral da Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis considera que empresas se prepararam bem para a paralisação.

As empresas de rent-a-car não se ressentiram da greve dos motoristas de matérias perigosas e trabalharam dentro da normalidade durante os dias de paralisação.

O secretário-geral da Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis, Joaquim Robalo de Almeida, revela que até sexta-feira não houve cancelamentos e que as dificuldades foram pontuais, algo que aconteceu porque as empresas se prepararam para a greve.

"No que diz respeito às empresas maiores e com depósitos próprios tiveram esses depósitos abastecidos, as outras empresas tiveram sempre maneira de abastecer os carros, salvo situações pontuais. Não tivemos qualquer tipo de cancelamento quer por parte dos clientes, quer por parte de empresas que em face da dificuldade de combustível para abastecer as viaturas tivessem de cancelar entregas", explica o responsável.

Joaquim Robalo de Almeida afirma ainda que, face à dificuldade que alguns clientes tiveram em entregar os carros com os depósitos cheios, grande parte das empresas cobrou apenas o combustível em falta e optou por não cobrar a taxa de reabastecimento

"A maioria das empresas teve essa situação em consideração e não cobrou taxas de reabastecimento ou, em alguns casos, cobrou o combustível em falta que tem de ser pago. Agora, a taxa de abastecimento, salvo uma situação ou outra, a maioria das empresas não cobrou", ressalvou Robalo de Almeida.

Dados até sexta-feira das empresas de aluguer de automóveis mostram que o impacto no setor foi reduzido.

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