Governo admite alargar a requisição civil. Baixas médicas investigadas

O único caso inequívoco de incumprimento da requisição civil é o transporte de combustível de Loulé para o aeroporto de Faro

O ministro do Ambiente, João Matos Fernandes assinalou, em conferência de imprensa, que os serviços mínimos na Companhia Logística de Combustíveis de Aveiro "ainda não estão a ser cumpridos", mas que espera uma normalização da situação até ao final do dia. Ainda assim, o Governo admite alargar a requisição civil caso a situação se mantenha ou piore.

Quanto às baixas médicas apresentadas pelos 14 motoristas que esta terça-feira não cumpriram a requisição civil e que foram notificados, o ministro disse que as baixas médicas "estão a ser investigadas" e que cabe às instituições judiciais fazer "o que é normal quando estão perante um crime".

Quanto ao cumprimento dos serviços mínimos, o governante esclarece que na Prio, que distribui a partir de Aveiro ílhavo, a distribuição é a 100%, em Leça foram feitas mais de 80 cargas, ou seja, houve 50% da produtividade, e em Sines houve 70% da produtividade.

O único caso inequívoco de incumprimento da requisição civil é o transporte de combustível de Loulé para o aeroporto de Faro, uma vez que todos os trabalhadores "faltaram ao trabalho". Esse transporte está a ser assegurado por elementos da GNR.

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