Distribuidores farmacêuticos reforçam stock de medicamentos para greve dos motoristas

A Associação de Distribuidores Farmacêuticos espera também que os veículos de distribuição de medicamentos sejam novamente incluídos na lista de veículos prioritários.

A Associação de Distribuidores Farmacêuticos (ADIFA) está a reforçar os medicamentos em stock para prevenir os efeitos da greve anunciada pelos motoristas. Os serviços de turno devem também ser reforçados.

O presidente da ADIFA, Diogo Gouveia, garantiu, em declarações à TSF, que os medicamentos não vão faltar se forem cumpridas as medidas que já se aplicaram na greve em abril.

"Desde a última greve temos colaborado com a tutela na melhoria do plano de contingência", começou por dizer. "Na última greve, os veículos de distribuição de medicamentos já tinham sido incluídos na lista de veículos prioritários, e a nossa expectativa é que sejam novamente incluídos todos os veículos que façam a distribuição de medicamentos na rede de especial de abastecimento, e, com isto, devemos poder garantir o fornecimento diário e contínuo dos medicamentos, quer às farmácias, quer aos hospitais", assinalou Diogo Gouveia.

Quanto à possibilidade de haver farmácias e hospitais com carência de medicação, o presidente da ADIFA replica que tudo "depende da duração da greve e do impacto que pode que possa vir a ter".

"Não prevemos que haja um impacto significativo quanto à acessibilidade aos medicamentos", afirmou, no entanto, Diogo Gouveia sobre a greve anunciada para 12 de agosto.

Durante a madrugada, a Entidade Reguladora do Setor Energético garantiu também que Portugal tem reservas de combustíveis suficientes para três meses, em caso de emergência energética.

Em comunicado, a entidade sublinha que as reservas garantem o funcionamento da economia nacional sem necessidade de importação ou refinação de produtos acabados.

Na quarta-feira, as negociações entre motoristas e patrões falharam, quanto à fixação de serviços mínimos.

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